quarta-feira, 3 de junho de 2009

Vivemos num mundo de nóia. Um mundo doidão de pirulito mesmo. E não é novidade. Prova disso são as consequências que o mundo vem tomando devido nossas práticas, não somente as ambientais, mas as sociais.
Muitos pensam que por conta de toda essa nóia, as consequências sociais são a má distribuição de renda, pobreza, corrupção, entre outras mazelas, mas na verdade isso é a possível causa. É um querendo passar por cima do outro, sem medir esforços e consequências. Não deveria ser bem assim. O que é desviado poderia ser muito bem investido para o bem público. Pena que o que é público, geralmente, não presta nem é bem conservado.
Não é ético julgar apenas políticos por problemas que temos em virtude de nossos vícios. Compramos aquilo que queremos. Pagamos aquilo que não podemos. Os impostos já estão incluídos no preço. O lucro do governo está garantido. O seu não. Esse é o papel da mídia: influenciar as pessoas; construir um mundo polarizado e consumista. Somos fruto do nosso próprio esforço.
Esforço conquistado com muito sacrifício por meio de revoltas e confuzões por toda essa liberdade que temos. Será que realmente somos livres? Será que aproveitamos nossa liberdade o quanto ela pode nos beneficiar? Ou somos coagidos?
No final das contas, somos mesmo alienados pelo sistema... Pena que o sistema é o nosso.
LEO FÁVARO

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