Do pessoal da discoteca de 15 anos à galera que curto Rave, poucos sabe diferenciar os estilos. Frequencias, luzes, amplitude e até o público fazem diferença. Alguns estilos podem ser facilmente identificados, como o trance em Raves, e o Dance em boates. Veja as diferenças e saiba o que ouvir.
House Music
É a mãe de quase todos os gêneros. Antes de qualquer coisa é preciso entender que há o House das pistas, normalmente sem vocais, e aquele mais comercial, que toca nas rádios. Pois bem, ambos são House - também conhecido como Dance Music, lembra desse nome? O fato é que a House Music influenciou profundamente todos os gêneros que surgiram depois. É o estilo mais flexível da música eletrônica e permite fusões com outros gêneros. O House surgiu no fim dos 80, em Chicago, e atualizou a lendária Disco (estilo famoso nos anos 70) com bases eletrônicas.
Acid House
Trata-se de uma House Music mais doidona, conhecida como ácida por causa do nome de uma droga. Contudo, na prateleira da megastore você vai encontrar o estilo com o nome de House. O Acid House teve Londres como berço e caracteriza-se por ser um som mais psicodélico. Hoje aparece em sets de DJs de maneira bastante isolada.
Drum 'n' Bass
Esse ficou muito, muito popular no Brasil. O Drum'n'bass é aquele eletrônico pauleira, feito em um ritmo rápido que vai além dos 150 BPMs (Batidas Por Minuto) e é totalmente quebrado, não segue por muito tempo um só ritmo. Nele predominam as linhas de baixo e bateria. O que conta aqui são as batidas graves. Também são características desse estilo as viradas, sempre rápidas, com efeitos que reproduzem cordas e pianos. O DB (como é conhecido) tem influência de diversos estilos musicais, como Rock, Hip-Hop e Soul. Outro ponto que pode ajudar você a identificar o Drum'n'bass são os vocais melódicos.
Electro
Você vai perceber que está rolando um Electro quando escutar o som daquele tecladinho que se popularizou na década de 80. Mas o Electro é mais do que um som, ele tem uma estética de glamour, futurismo e sensualidade. Foi com o Electro que duas sociedades distintas, a música eletrônica e a moda, se juntaram.
Lounge
É aquele eletrônico feito mais para relaxar do que para pilhar. Tocado em diversos restaurantes mais descoladinhos e lojas de roupa de grife, trata-se também de uma vertente da música eletrônica na qual o intuito não é dançar, mas criar um clima harmonioso. A saber, o Lounge abrange Bossa Nova, Samba, Música Oriental e outras. E, justiça seja feita, o Lounge se confunde muito com o aquilo que há tempos chamávamos de World Music, difundida por Kitaro e Ênia.
Minimal
O Minimal, ou Minimalismo, é um dos mais recentes gêneros da música eletrônica. Quando alguém diz que em certo lugar vai rolar um Minimal, entenda que pode ser um Minimal House, ou um Electro Minimal, e por aí vai. Isso porque este é um tipo de música que utiliza poucos sons, normalmente apenas timbres e samples (trechos) de outras músicas. Os ritmos são bem repetitivos.
Minimal Tech ou Minimal Techno
Não é o mais novo conceito de musica eletrônica, mas é um deles. O próprio nome já sugere é uma mescla de Minimal com Techno. Um Minimal acelerado quase se confundindo com um "Techno" . É um som que usa o conceito minimalista do gênero, acelerado como um Techno e doses de Electro. Chega a sugerir um transe como
Trance
O Trance é uma música que saiu do segmento Techno alemão no início dos anos 90. É muito parecido com o acid house, mais rápido que a house, e mais suave que o Techno mas pode fazer você dançar. O Trance é uma espécie de ambient em torno de 140 bpm. O estilo enfatiza linhas de sintetizador repetidas ao longo da batida, com mudanças rítmicas mínimas. Esses elementos geram um tipo de som que põe os ouvintes em um transe (isso é o fator vigente para a música trance). Apesar de minguar durante o meio dos anos noventa, o Trance fez um retorno imenso no final da década e hoje - muitas vezes - caiu no popular e se tornou um dos principais estilos eletrônicos, até mesmo como dance music ao redor do mundo.
Goa Trance
Goa Trance surgiu na Alemanha (não na Índia como tantas pessoas pensam) e só foi inspirado em temas de Divindades daquele país - que existe uma região chamada Goa, onde se fala o português - misturado com um som eletrônico do trance puro. Estilo bem típico do local e que lembra muito o hinduísmo.
Psy
O Psy deriva do House e do Techno. Suas batidas são rápidas e alucinantes (até 150 BPM). Uma de suas principais características é o uso de sintetizadores para criar o clima de transe. Já o Trance, que há alguns anos influenciou muito o Psy (criando o gênero Psytrance), é mais lento (130 BPM) e tem vocais. "]O Trance pode ser base tanto para a pista de dança quando para um som mais ambiente.
Techno
Muitos acham que é sinônimo de música eletrônica. Não é. Trata-se de um gênero mais pesado - uma variação do House - com batidas menos suaves e mais mecânicas. No Techno é comum o uso de sons que vão desde sirenes e barulhos que lembram um bate estaca de fábricas, a samplers de diálogos de filmes. O Techno foi criado em Detroit e os três pioneiros foram Derrick May, Kevin Saunderson e Juan Atkins. O Techno original é mais rápido do que o House, indo de 130 a 145 BPMs e geralmente não contém as famosas palminhas - características da House e da Disco.
Tech House
O Tech House deu mais flexibilidade, ritmo e melodia ao Techno. Tocado de forma um pouco mais lenta, é uma fusão do House com o Techno, como o próprio nome já sugere. Nele aparecem vocais melódicos e o ritmo é bem dançante.
Hypno Trance:
O grande crescimento da música trance criou subgêneros mais complexos com batidas pesadas e velozes. A Hypno trance saiu meio que da mistura entre o Trance e o Hardcore. É bom lembrar que muitos o chamam de Hardtrance também.
Progressive:
Embora o progressive house levou a grande audiência para o seu lado, a progressive trance surgiu para "desbancar" isso e mudou o estilo do trance original para um som mais popular, mais comercial, levando em conta que a música trance nunca tinha desfrutado as mais altas posições dos top hits.Acentuado o som mais liso típico do eurodance e house, progressive trance se tornou um som padrão das danceterias a partir do final dos anos 90. Alguns críticos ridicularizam o seu enfoque devido ao desarranjo e falta de habilidade para misturar as batidas, mas o progressive trance foi criticado pelos melhores DJs e idolatrado nos principais top hits da Inglaterra.
House Music
É a mãe de quase todos os gêneros. Antes de qualquer coisa é preciso entender que há o House das pistas, normalmente sem vocais, e aquele mais comercial, que toca nas rádios. Pois bem, ambos são House - também conhecido como Dance Music, lembra desse nome? O fato é que a House Music influenciou profundamente todos os gêneros que surgiram depois. É o estilo mais flexível da música eletrônica e permite fusões com outros gêneros. O House surgiu no fim dos 80, em Chicago, e atualizou a lendária Disco (estilo famoso nos anos 70) com bases eletrônicas.
Acid House
Trata-se de uma House Music mais doidona, conhecida como ácida por causa do nome de uma droga. Contudo, na prateleira da megastore você vai encontrar o estilo com o nome de House. O Acid House teve Londres como berço e caracteriza-se por ser um som mais psicodélico. Hoje aparece em sets de DJs de maneira bastante isolada.
Drum 'n' Bass
Esse ficou muito, muito popular no Brasil. O Drum'n'bass é aquele eletrônico pauleira, feito em um ritmo rápido que vai além dos 150 BPMs (Batidas Por Minuto) e é totalmente quebrado, não segue por muito tempo um só ritmo. Nele predominam as linhas de baixo e bateria. O que conta aqui são as batidas graves. Também são características desse estilo as viradas, sempre rápidas, com efeitos que reproduzem cordas e pianos. O DB (como é conhecido) tem influência de diversos estilos musicais, como Rock, Hip-Hop e Soul. Outro ponto que pode ajudar você a identificar o Drum'n'bass são os vocais melódicos.
Electro
Você vai perceber que está rolando um Electro quando escutar o som daquele tecladinho que se popularizou na década de 80. Mas o Electro é mais do que um som, ele tem uma estética de glamour, futurismo e sensualidade. Foi com o Electro que duas sociedades distintas, a música eletrônica e a moda, se juntaram.
Lounge
É aquele eletrônico feito mais para relaxar do que para pilhar. Tocado em diversos restaurantes mais descoladinhos e lojas de roupa de grife, trata-se também de uma vertente da música eletrônica na qual o intuito não é dançar, mas criar um clima harmonioso. A saber, o Lounge abrange Bossa Nova, Samba, Música Oriental e outras. E, justiça seja feita, o Lounge se confunde muito com o aquilo que há tempos chamávamos de World Music, difundida por Kitaro e Ênia.
Minimal
O Minimal, ou Minimalismo, é um dos mais recentes gêneros da música eletrônica. Quando alguém diz que em certo lugar vai rolar um Minimal, entenda que pode ser um Minimal House, ou um Electro Minimal, e por aí vai. Isso porque este é um tipo de música que utiliza poucos sons, normalmente apenas timbres e samples (trechos) de outras músicas. Os ritmos são bem repetitivos.
Minimal Tech ou Minimal Techno
Não é o mais novo conceito de musica eletrônica, mas é um deles. O próprio nome já sugere é uma mescla de Minimal com Techno. Um Minimal acelerado quase se confundindo com um "Techno" . É um som que usa o conceito minimalista do gênero, acelerado como um Techno e doses de Electro. Chega a sugerir um transe como
Trance
O Trance é uma música que saiu do segmento Techno alemão no início dos anos 90. É muito parecido com o acid house, mais rápido que a house, e mais suave que o Techno mas pode fazer você dançar. O Trance é uma espécie de ambient em torno de 140 bpm. O estilo enfatiza linhas de sintetizador repetidas ao longo da batida, com mudanças rítmicas mínimas. Esses elementos geram um tipo de som que põe os ouvintes em um transe (isso é o fator vigente para a música trance). Apesar de minguar durante o meio dos anos noventa, o Trance fez um retorno imenso no final da década e hoje - muitas vezes - caiu no popular e se tornou um dos principais estilos eletrônicos, até mesmo como dance music ao redor do mundo.
Goa Trance
Goa Trance surgiu na Alemanha (não na Índia como tantas pessoas pensam) e só foi inspirado em temas de Divindades daquele país - que existe uma região chamada Goa, onde se fala o português - misturado com um som eletrônico do trance puro. Estilo bem típico do local e que lembra muito o hinduísmo.
Psy
O Psy deriva do House e do Techno. Suas batidas são rápidas e alucinantes (até 150 BPM). Uma de suas principais características é o uso de sintetizadores para criar o clima de transe. Já o Trance, que há alguns anos influenciou muito o Psy (criando o gênero Psytrance), é mais lento (130 BPM) e tem vocais. "]O Trance pode ser base tanto para a pista de dança quando para um som mais ambiente.
Techno
Muitos acham que é sinônimo de música eletrônica. Não é. Trata-se de um gênero mais pesado - uma variação do House - com batidas menos suaves e mais mecânicas. No Techno é comum o uso de sons que vão desde sirenes e barulhos que lembram um bate estaca de fábricas, a samplers de diálogos de filmes. O Techno foi criado em Detroit e os três pioneiros foram Derrick May, Kevin Saunderson e Juan Atkins. O Techno original é mais rápido do que o House, indo de 130 a 145 BPMs e geralmente não contém as famosas palminhas - características da House e da Disco.
Tech House
O Tech House deu mais flexibilidade, ritmo e melodia ao Techno. Tocado de forma um pouco mais lenta, é uma fusão do House com o Techno, como o próprio nome já sugere. Nele aparecem vocais melódicos e o ritmo é bem dançante.
Hypno Trance:
O grande crescimento da música trance criou subgêneros mais complexos com batidas pesadas e velozes. A Hypno trance saiu meio que da mistura entre o Trance e o Hardcore. É bom lembrar que muitos o chamam de Hardtrance também.
Progressive:
Embora o progressive house levou a grande audiência para o seu lado, a progressive trance surgiu para "desbancar" isso e mudou o estilo do trance original para um som mais popular, mais comercial, levando em conta que a música trance nunca tinha desfrutado as mais altas posições dos top hits.Acentuado o som mais liso típico do eurodance e house, progressive trance se tornou um som padrão das danceterias a partir do final dos anos 90. Alguns críticos ridicularizam o seu enfoque devido ao desarranjo e falta de habilidade para misturar as batidas, mas o progressive trance foi criticado pelos melhores DJs e idolatrado nos principais top hits da Inglaterra.
Techno-pop:
A Alemanha é onde a banda Kraftwerk nasceu. Depois que o sucesso da música deles começou a trazer bons resultados, o movimento Neue Deutsche Welle (New Wave Alemã) ganhou força e foi reverenciado por duas gravadoras de Dusseldorf: Ata Tak e Zick Zack. Então surgiu o Techno-pop nos anos 80 que conta com artistas como o próprio Kraftwerk, Moskwa TV, Boytronic, New Order, Front 242, Pet Shop Boys, etc.
Funkybreaks:
Uma mistura de Techno, Trance, Hip Hop e Jungle, o Funk Break se tornou um dos estilos mais amplamente ouvidos na música eletrônica graças a sua popularidade em alguns comerciais de televisão durante o início dos anos 90. Alguns artistas notáveis são Chemical Brothers, Prodigy, Crystal Method e DJ Icey.
Progressive Electronic:
Este estilo se desenvolveu em lugares pouco conhecidos. Ao invés de samplear e usar sintetizadores, os produtores deformam os timbres originais, às vezes para um estado irreconhecível.Vários artistas deste estilo também criam os próprios sons em vez de usarem sons predefinidos que vem em sintetizadores. Normalmente são processados instrumentos acústicos executados em tempo real por meio de reverb, que harmoniza e da uma dimensão nova para a música. Estas músicas abrem mundos novos de ouvir, pensar e sentir. Na pior das hipóteses, os artistas de Progressive Electronic adoram tecnologia para seu próprio interesse, recusado a alma da verdade expressão artística. Jean-Michel Jarre é um exemplo.
Break Beat:
É caracterizado pelo uso de batidas e samplers de hip hop com velocidade aumentada, scratches e outros efeitos com mixagens e elementos do Techno. Freqüentemente tem influencias de reggae, mas o tempo é drasticamente mudado (pra cima).
New Beat:
Um fenômeno bastante breve, New Beat surgiu no início dos anos 90 como uma derivação de Acid House. Influenciado também pelo Detroit-techno e eurodance, new beat foi centralizado na Bélgica, onde gravadoras caracterizaram o estilo como uma divisão do acid, mas com queda para a música pop. O sucesso do KLF em 1990-91 sustentou o new beat por algum tempo, mas depois que eles caíram no esquecimento, o estilo enfraqueceu depressa. Aqui no Brasil, o new beat virou uma febre no final dos anos 90 e início de 2000 quando surgiram algumas produções nacionais co DJs como DJ Explorer, DJ Phenomena e MP4. As produções nacionais de new beat são chamadas de Techno e te fazem dançar, mas o conteúdo artístico e o desenvolvimento são quase sempre sem muitos arranjos, pois tudo é sempre copiado de outras músicas.
Indiedance:
É uma vertente originada do rock underground na Inglaterra. É uma música com componentes eletrônicos. Björk, Chermical Brothers, Happy Mondays e Primal Screen são bons exemplos.
Cyberdelia:
Estilo que mistura o Techno com atmosfera psicodélica. Também chamada de Technodelia, esse som é ligado aos hippies da idade moderna.
Big Beat:
Já foi chamado de Bristsh-hop e Chemical Beats. O Big Beat, é uma ligação entre o dance e o rock. Os Chemical Brothers, com seu uso pesado em breakbeats, são os pioneiros de um gênero que agora conta com muitos outros defensores como Propellerheads, Bentley Rhytm Ace e principalmente FatBoy Slim .
Alternative:
Alternative Dance tem definição de House simplificado, Hi NRG, Rock e Techno. É um estilo com muitos teclados, baterias eletrônicas e arranjos vocais para misturar House, Rock e Techno. Alguns dizem que este estilo surgiu só para os roqueiros curtirem dance music, já que eles são extremamente diferenciados no seu estilo. Enigma Depeche Mode, Erasure, Everything But The Girl e New Order são bons exemplos.Progressive:
Progressive House é baseado em menos sampler, menos vocais com gemidos e menos cultura Hip-Hop. Isto significa que este estilo ganhou outras influências e perdeu algumas características do Techno. Exemplos: Underwold e Fluke tocam House Progressivo.
Disco House:
Disco House adota fortemente os clássicos da Disco e do Funk dos Anos 70, com melodias cativantes e animadas. Na Inglaterra, este estilo é chamado de Tesko.
Tribal:
Tribal House é identificada pela sua percussão. Os arranjos geralmente são simples e repetitivos, levando o ouvinte a perceber o estilo primitivo da House. Tem melodias sutis e é minimalista. Os samplers são inspirados em sonoridades étnicas de regiões indígenas.
Jungle:
O Jungle é a combinação de Break Beat com vocais de Reggae e baixo pesado e pronunciado.Hardstep:
Este é uma vertente do Drum ‘n’ Bass, que é identificado pelos seus baixos reforçados e seus violentos e vertiginosos ritmos. Uma forma de Jungle onde as batidas são mais de vanguarda.
Ambient:
É a música eletrônica para relaxar. É uma mistura de sons envolventes com ecos e outros efeitos. Toda música Ambient leva a direção oposta da Hardcore, reduz a velocidade das batidas e tem texturas eletrônicas aguadas. Era usado como fundo, quando os DJs precisaram de um Break no Hardcore Techno. Esse som também é característica de fundos para comercias de TV ou Rádio.
Pronto! Entendeu nada, né??? Liga não, o importante é curtir a balada!
A Alemanha é onde a banda Kraftwerk nasceu. Depois que o sucesso da música deles começou a trazer bons resultados, o movimento Neue Deutsche Welle (New Wave Alemã) ganhou força e foi reverenciado por duas gravadoras de Dusseldorf: Ata Tak e Zick Zack. Então surgiu o Techno-pop nos anos 80 que conta com artistas como o próprio Kraftwerk, Moskwa TV, Boytronic, New Order, Front 242, Pet Shop Boys, etc.
Funkybreaks:
Uma mistura de Techno, Trance, Hip Hop e Jungle, o Funk Break se tornou um dos estilos mais amplamente ouvidos na música eletrônica graças a sua popularidade em alguns comerciais de televisão durante o início dos anos 90. Alguns artistas notáveis são Chemical Brothers, Prodigy, Crystal Method e DJ Icey.
Progressive Electronic:
Este estilo se desenvolveu em lugares pouco conhecidos. Ao invés de samplear e usar sintetizadores, os produtores deformam os timbres originais, às vezes para um estado irreconhecível.Vários artistas deste estilo também criam os próprios sons em vez de usarem sons predefinidos que vem em sintetizadores. Normalmente são processados instrumentos acústicos executados em tempo real por meio de reverb, que harmoniza e da uma dimensão nova para a música. Estas músicas abrem mundos novos de ouvir, pensar e sentir. Na pior das hipóteses, os artistas de Progressive Electronic adoram tecnologia para seu próprio interesse, recusado a alma da verdade expressão artística. Jean-Michel Jarre é um exemplo.
Break Beat:
É caracterizado pelo uso de batidas e samplers de hip hop com velocidade aumentada, scratches e outros efeitos com mixagens e elementos do Techno. Freqüentemente tem influencias de reggae, mas o tempo é drasticamente mudado (pra cima).
New Beat:
Um fenômeno bastante breve, New Beat surgiu no início dos anos 90 como uma derivação de Acid House. Influenciado também pelo Detroit-techno e eurodance, new beat foi centralizado na Bélgica, onde gravadoras caracterizaram o estilo como uma divisão do acid, mas com queda para a música pop. O sucesso do KLF em 1990-91 sustentou o new beat por algum tempo, mas depois que eles caíram no esquecimento, o estilo enfraqueceu depressa. Aqui no Brasil, o new beat virou uma febre no final dos anos 90 e início de 2000 quando surgiram algumas produções nacionais co DJs como DJ Explorer, DJ Phenomena e MP4. As produções nacionais de new beat são chamadas de Techno e te fazem dançar, mas o conteúdo artístico e o desenvolvimento são quase sempre sem muitos arranjos, pois tudo é sempre copiado de outras músicas.
Indiedance:
É uma vertente originada do rock underground na Inglaterra. É uma música com componentes eletrônicos. Björk, Chermical Brothers, Happy Mondays e Primal Screen são bons exemplos.
Cyberdelia:
Estilo que mistura o Techno com atmosfera psicodélica. Também chamada de Technodelia, esse som é ligado aos hippies da idade moderna.
Big Beat:
Já foi chamado de Bristsh-hop e Chemical Beats. O Big Beat, é uma ligação entre o dance e o rock. Os Chemical Brothers, com seu uso pesado em breakbeats, são os pioneiros de um gênero que agora conta com muitos outros defensores como Propellerheads, Bentley Rhytm Ace e principalmente FatBoy Slim .
Alternative:
Alternative Dance tem definição de House simplificado, Hi NRG, Rock e Techno. É um estilo com muitos teclados, baterias eletrônicas e arranjos vocais para misturar House, Rock e Techno. Alguns dizem que este estilo surgiu só para os roqueiros curtirem dance music, já que eles são extremamente diferenciados no seu estilo. Enigma Depeche Mode, Erasure, Everything But The Girl e New Order são bons exemplos.Progressive:
Progressive House é baseado em menos sampler, menos vocais com gemidos e menos cultura Hip-Hop. Isto significa que este estilo ganhou outras influências e perdeu algumas características do Techno. Exemplos: Underwold e Fluke tocam House Progressivo.
Disco House:
Disco House adota fortemente os clássicos da Disco e do Funk dos Anos 70, com melodias cativantes e animadas. Na Inglaterra, este estilo é chamado de Tesko.
Tribal:
Tribal House é identificada pela sua percussão. Os arranjos geralmente são simples e repetitivos, levando o ouvinte a perceber o estilo primitivo da House. Tem melodias sutis e é minimalista. Os samplers são inspirados em sonoridades étnicas de regiões indígenas.
Jungle:
O Jungle é a combinação de Break Beat com vocais de Reggae e baixo pesado e pronunciado.Hardstep:
Este é uma vertente do Drum ‘n’ Bass, que é identificado pelos seus baixos reforçados e seus violentos e vertiginosos ritmos. Uma forma de Jungle onde as batidas são mais de vanguarda.
Ambient:
É a música eletrônica para relaxar. É uma mistura de sons envolventes com ecos e outros efeitos. Toda música Ambient leva a direção oposta da Hardcore, reduz a velocidade das batidas e tem texturas eletrônicas aguadas. Era usado como fundo, quando os DJs precisaram de um Break no Hardcore Techno. Esse som também é característica de fundos para comercias de TV ou Rádio.
Pronto! Entendeu nada, né??? Liga não, o importante é curtir a balada!
Abraços, e muita curtição.
LEO FÁVARO


